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Martim Branco

foto genérica

Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.

Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.


Passeio Na Aldeia

Livro de Visitas

Colocado em 27.08.2009 por Isabelle

Martim Branco é a aldeia onde nasceram 3 dos meus avós e o meu pai. Apesar de ter nascido e crescido em Paris e viver em Inglaterra, é em Martim Branco que estão as minhas mais fortes raízes. É realmente uma aldeia muito linda e a rua mais linda e mais histórica é aquela onde nasceram os meus avós e o meu pai. Quando era pequena e que lá passava férias, gostava muito de "ir à ribeira". Com os meus irmãos e os meus primos, passámos lá momentos mágicos e inesquecíveis. Fiquei muito contente de saber que a aldeia foi escolhida como umas das aldeias do xisto neste projecto. Espero que este projecto ajude a preservação desta aldeia maravilhosa.

Colocado em 24.08.2009 por Carlos Carvalho

Levantei-me e perguntei em casa: aonde vamos hoje? Diz o Ricardo, meu filho: Martim Branco. São, vamos embora. Foram cento e poucos kms para lá chegar.
Expermintem que vale a pena.
A paz, a tranquilidade e a hospitalidade fazem-nos esquecer tudo o resto.
Ao Sr. Barata que já conhecia de actividade profissional, mas que não imaginava lá encontrá-lo, o meu agradecimento pela forma entusiástica como nos recebeu.
Lá voltarei, mas com mais tempo.

Colocado em 24.05.2009 por Manuela Ribeiro

Desde a mais tenra idade, que passo férias nesta linda aldeia, Martim Branco, terra natal de meus avós maternos, tudo nela é puro, a água, o ar e sobretudo os residentes, são de uma pureza, enfim, palavras leva-as o vento, visitem esta aldeia e analisem a veracidade destas minhas palavras, este povo que nos transmite bem estar e saúde, que mais posso dizer acerca desta linda aldeia de xisto? A sério visitem-na.

Colocado em 22.05.2009 por Filomena Calmeiro

É uma aldeia de sonho. Um local paradisíaco onde cresci, junto dos meus queridos avós e onde ainda continuo a ir, sempre que possível, para poder desfrutar daquele ar puro...
Recomendo vivamente. Não se vão arrepender...

Colocado em 22.10.2008 por Paulo Afonso

Visitei esta aldeia no passado mês de Setembro, surpreendeu-me pela positiva. http://recantosporondepassamos.blogspot.com/2008/10/martim-branco-simples-aldeia-de-xisto.html

Colocado em 16.06.2008 por Fátima Pereira

A "Casa" já foi inaugurada, o forno cozeu pão e a Festa parece que foi à altura.
Srs turistas venham deslumbrar-se num pequeno paraíso a 15 min de Castelo Branco.

Colocado em 22.04.2008 por Fátima Pereira

Todos sabemos que ainda não há muitos anos as famílias eram muito numerosas. Em Martim Branco não era diferente. Houve uma família com 11 filhos que disseminou o apelido Lourenço. Desses 11 há uma ainda viva e todos os descendentes "Lourenços" fazem questão de a homenagear a ela e aos seus antepassados. A Festa faz-se no último sábado de Maio e Martim Branco volta a ter muita vida, nem que seja por um dia...

Colocado em 04.04.2008 por Fátima Pereira

Esta pequena aldeia consegue manter a magia de outros tempos (o dos meus avós e do meu pai que lá nasceram e se criaram).
Este domingo vai haver festa. A sra da Saúde, mesmo ali ao lado na aldeia de Padrão. A visita será ainda mais completa porque a romaria é do mais puro que ainda se faz.

Conhece esta aldeia?

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