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Fajão

foto genérica

Antiga Vila, encaixada numa pitoresca concha da Serra, alcandorada sobre o Rio Ceira, perto da sua nascente, entre altos e gigantescos penedos de quartzito, cuja configuração faz lembrar antigos castelos naturais. Quem quiser fazer alpinismo e escalar estes penedos poderá usufruir de um espectáculo único de um “deslumbrante panorama de dilatados horizontes que vem lá do fundo da Beira Baixa e da Estremadura, num mar de serras pardas, amarelas, azuis e violetas, cuja ondulação lembra uma grande cavalgada que se levanta a carregar sobre a Estrêla” (FILIPE, Guilherme, in Guia de Portugal (coord. Raúl Proença), 3º vol, 394).


Vá ao adro da igreja, sinta a frescura da Fonte Velha. Percorra os pátios do largo da cadeia e do Museu Monsenhor Nunes Pereira para chegar ao topo da aldeia. Lá a piscina aguarda os dias de Verão. No percurso tome atenção às tramelgas que escondem as fechaduras, bem como outros pormenores arquitectónicos singulares. Acompanhe a história contada nos painéis de ardósia que remetem para os “Contos de Fajão”. Siga os passos do Juiz, sente-se à sua mesa no restaurante com o mesmo nome e descubra porque é que a gastronomia é um dos atractivos maiores de Fajão, com o cabrito assado, o bacalhau ou a tigelada.


Livro de Visitas

Colocado em 26.02.2011 por Maria Eugénia Cardoso de Almeida

Terra do meu avô paterno. É com contida emoção que revejo aquela serra tão imponente e majestosa. Todos os amantes da natureza devem fazer um pequeno roteiro e deliciar-se com a paisagem; sem esquecer a simpatia daquelas gentes bem como a gastronomia local (cabrito e batata assados no forno, javali, broa, pão de trigo cozido a lenha, bom vinho e para sobremesa as saborosíssimas tijeladas feitas no forno a lenha, tal como as faziam os meus ancestrais no início do século XX) e não darão o tempo como perdido. Desfrutem do belo país que temos e em particular desta região das aldeias do xisto.
Eugénia Almeida

Colocado em 12.11.2010 por José Moreira

Quando te vejo, FAJÃO,
Tu que me viste nascer
Sinto uma tal emoção
Que mal posso descrever.
E ao entrar no teu Adro,
Onde a igreja é esperança,
Eu vejo nesse quadro
O meu tempo de criança.
Vejo meus pais, meus avós
E antepassados ausentes
Que já não estão entre nós
Mas, aqui, estão presentes.
Em FAJÃO, fico encantado
E vêem á minha memória
Visões do meu passado,
Pedaços da minha história.
FAJÃO o teu encanto,
Teu ar, teu perfume me acalma
Não hà lamentos nem pranto
Tua páz faz bem à alma.
Tua água fresca e pura
Tua vista rude e selvagem
Conservaram a frescura,
Intacta, à tua imagem!
Quem aqui esteve um momento,
De ti só bem contou.
Tu ficas no pensamento
De quem por ti passou.
A "Penalva" te vigia
E lá do alto, com atenção
Pede á Senhora da Guia
Que te proteja, FAJÃO!!!

Colocado em 03.02.2009 por José Manuel Costa Monteiro

E as suas GENTES: simples, cordiais e hospitaleiras.

Colocado em 04.04.2008 por ISABEL ALMEIDA

Terra de familia do meu avõ paterno, que faz as minhas delícias sempre que lá vou, apesar de não conseguir ir tantas vezes como gostaria, é aquele local especial onde consigo encontrar-me, terra onde o tempo não passa , terra de maravilhosas recordaçoes, local ideal para recuperar energia.

Conhece esta aldeia?

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